Sem restrição de conteúdo, falamos o que nos for conveniente, mesmo sendo inconveniente.
sábado, 11 de junho de 2011
Só Alegria!
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Adeus, Ronaldo!
quarta-feira, 8 de junho de 2011
O Novo Dunguinha

Inicialmente, eu tinha considerado boa a indicação de Mano Menezes para técnico da seleção. Sem dúvida, ele era um dos sujeitos mais qualificados para o cargo e começou bem o trabalho de renovação.
Depois de uma dezena de jogos e alguns maus resultados, começo a questionar sua escolha. Não que eu ache que a seleção não pode perder nunca, mas com a ausência de vitória sobre adversários considerados fortes como França, Argentina e Holanda, o Mano sentiu-se, de alguma forma, pressionado e passou a convocar jogadores que certamente não poderá contar na Copa de 2014.
Além disso, assim como seu antecessor, pegou “birra” com alguns jogadores como Marcelo do Real Madrid, que é, de longe, o melhor lateral esquerdo que o Brasil tem. Chegou até a discutir com o jogador, tentando diminuir a contusão que o retirou de uma partida, alegando que “alguns jogadores tendem a se machucar e sentir mais do que outros”. Porra, o cara voltou da seleção e ficou fora 2 ou 3 rodadas do Real Madrid - clube que o remunera! Será que se fosse “migué” para não jogar os médicos do Real não teriam identificado?! Ainda assim Mano preferiu adotar a já conhecida postura do Dunga, criar inimigos imaginários e deixar de convocar o jogador.
Outra situação em que Mano vêm se assemelhando muito com Dunga é a ausência total de meias criadores, meias que pensam o jogo. Sem o Ganso, ele deixou de testar alternativas. Não há dúvidas de que P.H. Ganso é um jogador diferenciado, mas nesta temporada infelizmente passou mais tempo contundido do que jogando. Será que vale a pena arriscar a mesma tática que Dunga adotou na Copa e levar um único homem para armar as jogadas (no caso do Dunga, não havia substituto para o Kaká)?
A Renato Augusto foi dado pouco mais de um jogo de chance – jogo este que Hernanes havia sido expulso e o Brasil atuou mais da metade do tempo com um homem a menos. Thiago Neves foi chamado e jogou os últimos 10 minutos desta última partida. O próprio Hernanes, que não é um homem de criação mas certamente ajudaria, foi condenado pela expulsão e nunca mais voltou para seleção.
Dunga adotava alguns jogadores – quase sempre aqueles que não eram os melhores – como queridos e queimava o resto, um por um. Ramires, por exemplo, foi expulso também num amistoso contra uma boa seleção e nem por isso deixou de integrar a lista da Copa América. Por que não foi dada nova chance ao Hernanes? O próprio Ramires tem um agravante. Ele não pôde jogar o último jogo da Copa porque havia feito uma falta idiota no meio-campo nos últimos minutos do jogo contra Chile (jogo em que o Brasil vencia por 3 a 0), recebeu o amarelo e ficou suspenso – ou seja, é reincidente. Qual critério adotado pelo Mano para queimar alguns jogadores em detrimento de outros?!
Tenho outras dúvidas que não consigo respondê-las, talvez o amigo leitor possa ajudar: O que o beberrão Fred fez em todo primeiro semestre para estar na lista dos convocados da Copa América? Por que o André Santos é titular desse time? Será que o Maicon vai jogar a Copa como lateral, com 33 anos? Então porque insistir em sua convocação? E o Luisão (com os mesmos 33) é um zagueiro tão inquestionável assim? As vagas de Elano, Elias e Ramires não poderiam ser ocupadas por apenas 2 jogadores? E o Robinho, merece mesmo estar em TODAS as convocações ou é só porque precisam de alguém pra tocar o pandeiro?
Parece-me que estão criando uma espécie de Dunguinha que, se é menos truculento e resmungão que o Dunga, insiste em fazer as mesmas burrices que o outro fazia.
terça-feira, 7 de junho de 2011
O humor e o “politicamente correto”
O humor e o “politicamente correto”
Tem sido marca de nossa época (não se sabe exatamente a partir de quando, nem por que começou) adotar extrema cautela quanto a formas de expressão, ao vocabulário, ao emprego de certos conceitos. Trata-se de evitar que seja ferida a susceptibilidade de quem pertence a determinada etnia, ou professe certa religião, ou se oriente por determinada opção sexual, ou que surja representando toda uma nacionalidade. Tal preocupação traria a vantagem de impedir (ou ao menos tentar impedir) a propagação de qualquer preconceito. Mas, no que diz respeito à criação e à pratica do humor, os efeitos dessa cautela podem ser desastrosos.
É que o humor vive, exatamente, do desmesuramento, do excesso, do arbítrio, da caricatura, do estereotipo... e do preconceito. Este ultimo é o vilão da história: o preconceito é o argumento final para quem cultiva o politicamente correto e abomina quem dê um passo fora desse território bem comportado e muito bem controlado.
Desde sempre o humor serviu como compensação simbólica para as tantas desventuras que afligem o homem. É quando o pobre se ri do rico, o ingênuo do esperto, o fraco do poderoso; ou então, é quando ser pobre, ingênuo ou fraco já é razão para um riso que explora o peso do infortúnio e da desgraça. De fato, o humor não pede a ninguém o direito de agir: sua liberdade é a sua razão de ser, é o sentido final de quem ri – ainda que seja para não chorar.
O advento do “politicamente correto” parte da convicção de que, para sermos felizes, temos que ser todos, ao mesmo tempo e inteiramente, justos e honestos uns com os outros, respeitando-nos uns aos outros sem qualquer possibilidade de desvio. Ora, às vezes isso é extremamente chato: ou porque não conseguimos ser justos e honestos o tempo todo, ou porque a falta do riso acaba por nos tornar tão distantes uns em relação aos outros que nos sentimos quase desumanos... Por alguma razão, o riso é parte de nós. Sem ele, perderemos a criancice, mataremos todos os palhaços do mundo, eliminaremos toda gargalhada. Ou, como disse uma vez um humorista “se o mundo chegar a ser inteiramente sério, que graça terá?”.
(Abelardo Siqueira, inédito)
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Recorde de que?
Por isso, para acabar com essa manipulação de dados irrelevantes bolei uma técnica. Para saber se o recorde tem importância...é relevante questione:" Antes dele quem era o recordista?" Se você não souber a resposta, saiba que esse "recorde" é só mais uma artimanha da mídia para dar importância a um programa ou um individuo merda.

