quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Your Lucky Day

Your Lucky Day from Dan on Vimeo.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Momento do Comercial

Dois comerciais criativos me chamaram atenção nos últimos dias. Atenção especial para o segundo, que ainda é interativo:




domingo, 8 de agosto de 2010

Provérbios Espanhóis


Estudei um ano no Consulado Argentino no Rio então pode-se dizer que conheço a língua um pouco mais que as pessoas que imprimem “Espanhol Básico” no currículo. Vocês podem até não acreditar, mas já ouvi gente dizer que domina o espanhol e pedir para passar “lo salito” no restaurante.

Uma das coisas que mais me atraem neste idioma em especial são seus provérbios. Não sei se são melhores que os brasileiros ou se de tanto ouvir, estes últimos acabaram se tornando enfadonhos, mas o fato é que eu admiro a inteligência popular de cada pequena frase vinda da Espanha e suas antigas colônias.

O primeiro que ouvi faz muito tempo e, tentando reproduzi-lo aqui corro o risco de não acertar exatamente, palavra por palavra, mas sei que vocês hão de me perdoar por um leve equívoco.

“Por La plata, el mono baila” Que remete aqueles macaquinhos cujos donos os usam para pedir dinheiro em muitos lugares da Europa. Quando se dá uma moeda ao dono, o macaquinho fica todo feliz e dança, muitas vezes nos ombros e até na cabeça das pessoas que deram a moeda. Mas é claro que ele faz referência a uma coisa muito maior, que é o poder do dinheiro em relação às pessoas.

Ainda nesta linha do dinheiro, talvez com conteúdo mais leve: “Si no se mueve el culo, no se come pescado” (quem não mexer a bunda não come peixe), que não vou interpretar pois ela provavelmente já foi entendida por você, que tem mais de dois neurônios.

Última que li denigre a imagem dos jornalistas e, apesar deu discordar apenas parcialmente dela, considero uma frase incrivelmente curiosa: “Não contem para minha mãe que sou jornalista. Prefiro que ela continue pensando que toco piano num bordel”.

Para encerrar, vou deixar alguns ditados que encontrei em pesquisa pela internet, alguns com as devidas traduções ou interpretações dos autores – a partir daqui, nada mais é responsabilidade minha:

“Gallo que no canta, algo tiene en la garganta” - quando alguém abandona um debate ou uma conversa sem nenhuma justificativa é porque esconde algo

“Poderosos caballero es don dinero” - ressalta a importância do dinheiro para poder realizar os objetivos

“Mal de muchos, consuelo de tontos” - Não podemos consolar-nos diante de uma desgraça e justificar dizendo que isso acontece a muitos outros.

No link abaixo podem ser encontrados outros, com tradução e interpretação em:

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

"Que Merda é Minha Estratégia de Mídia Social’

A verdade é que agora todo mundo se acha um profissional de Marketing.
Acredito que por ser uma matéria tão abrangente, que envolve psicologia, economia, logística e muitas outras, todos os profissionais conseguem se enquadrar um pouco no perfil do marketing.

Com advento do twitter e outras redes sociais o marketing do momento é o Marketing Digital.

Ontem recebi um link engraçado com o titulo: “What the fuck is my social media "strategy"? (‘Que Merda é minha Estratégia de Mídia Social’).

Link do site: http://whatthefuckismysocialmediastrategy.com/

Encaminhei este site pra alguns “marketeiros” e me responderam com a sugestão de um vídeo que compartilho com você.

Muito bom!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

O Fim dos mitos

Na penúltima quarta fui ao aeroporto fazer minha primeira viagem pela WebJet. A primeira surpresa que tive foi na fila do check-in. Mesmo tendo chegado com mais de uma hora de antecedência, achei que não fosse conseguir embarcar tamanha era a quantidade de pessoas que estavam a minha frente.

Fui atendido por uma mulher ríspida, que me entregou um papel amarelo. Em outras épocas, esse papel amarelo era um bilhete de papelão, com todas as informações que você precisava impressas de forma clara e legível. Hoje, o papel mais parecia uma maldita nota fiscal das Lojas Americanas.

A menos que houvesse um portão XX, o cartão de embarque não informava onde eu iria embarcar, ainda que faltasse menos de 20 minutos. Ou seja, eu iria viajar numa grande caixa projetada pelo homem para voar e nem os próprios homens saberiam onde a tal caixa estaria em vinte minutos!

Passado o primeiro susto, esperei por pouco tempo até que uma voz pediu para que nos encaminhássemos até o avião. Costumo a viajar com uma pequena mochila de colo, normalmente com um ipod, carteira e dois ou três livros, – nada mais que isso – e colocá-la embaixo do meu assento.

Sei que é difícil para vocês visualizarem isso, mas “embaixo do meu assento” era algo que simplesmente não existia no avião. Pensei que teria de desatarraxar as pernas para ali poder entrar, mas a fila para entrar no avião era grande demais e não tive tempo para isso. Eu não tinha mais espaço ali do que uma caixa de leite numa prateleira de supermercado.

Quando me sentei, meu joelho já “relava” na poltrona da frente. Logo chegou um respeitável senhor careca e sentou-se a minha frente, também na janela. Um casal com 3 filhos ocupou o banco de trás, com a filha do meio, que devia ter uns 6 anos bem atrás de mim.

Assim que subimos, o careca da frente começou a tentar recostar o banco, esfregando-o insistentemente contra o meu joelho. Ele empurrava com as costas de maneira que cada vez mais meu joelho era esmagado e não se dava por satisfeito – ou nem sequer percebia – que 5 graus eram o máximo que aquela poltrona recostava.

A menina que estava atrás de mim, por sua vez, começou a chutar as minhas costas incessantemente e passei boa parte da viagem perguntando quando é que viajar de avião transformou-se em algo tão desconfortável assim.

Logo me lembrei de uma companhia aérea que pediu a alguém autorização para que as pessoas viajassem de pé. Viajar em pé era um dos sonhos mais doces que eu poderia desejar.

Tomei algumas providências como cutucar o careca e avisá-lo (não educadamente, claro) de que aquilo era o máximo que sua cadeira conseguiria ir e olhar com cara de mal para a mãe das crianças que me ignorou como se tivesse que dividir com alguém a responsabilidade de criar os três filhos.

Transformar as “aeromoças” para “comissárias de bordo” também foi uma alteração terrível para os clientes das empresas aéreas. As “aeromoças” eram modelos que ainda não haviam sido descobertas por serem mancas ou terem qualquer defeito que nós, homens, não damos a mínima. Hoje vejo as comissárias de bordo e lembro-me do último Natal que passei com minhas tias-avós – enquanto ainda eram vivas.

Ainda assim tem gente que se mantém fiel às suas fantasias sexuais com as comissárias de bordo. Sabe aquele seu sonho de comer senhora que emburra o carrinho e está sempre com aquele sorriso forçado? Se for viajar de Webjet e ficar na janela, desista! Lá você não consegue nem penetrar no corredor.

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