domingo, 10 de julho de 2011

Fantasia de Carnaval!


Como saber a idade das mulheres pela fantasia de carnaval?



40 anos
Ta fantasiada de Chacrete. Essa ainda ta se achando “um pitel” mas já venceu a validade e nao avisaram. Já ta na terceira prótese de silicone. Faz de tudo senão fica de fora da festa. Ex. da espécie: Rita Cadillac, Gretchen.

30 anos
Fantasiada de Paquita, passo um sufoco pra entrar no shortinho e sabe que tem que dar fácil porque sabe que as ninfetas estão muito melhores. Ano que vem é bem provalvel que a veja com silicone. Ex. da Espécie: Letícia Spiller, Andreia Faria.


20 anos
Se fantasia de Meninas Superpoderosas, pela forte influencia da globalização.Nessa idade ta dando muito no carnaval. No auge da forma não perde oportunidade. De quebra ainda cheira lança perfume ou mesmo lolo. Ex. da espécie: Qualquer ninfetinha de aparelho e que não usa sutiã.



15 anos
Nao sei se ta fantasiada ou é fã do Restart. Ta pegando homem, mulher, cachorro. Não sei muito bem do que ela gosta mais. Sei que gosta de piru, mas pode não ser a preferencia. Ex. da espécie: Malu Magalhaes e Emos.

sábado, 9 de julho de 2011

Chega de EcoBags!

Considero uma excelente iniciativa a de diversas empresas em distribuição de sacolas “ecológicas” (ecobags) , aquelas de pano, que são mais resistentes e tem o intuito que as pessoas a utilizem diversas vezes em substituição as sacolas de plásticas, que sabidamente, poluem bastante o ambiente.

No Brasil, existem leis em varios estados que preveem a proibição do uso de sacola plásticas, mas por um forte lobby, essas leis não vigam, não são feitas fiscalizações ou mesmo não são aprovadas pelas assembleias legislativas, como em São Paulo.

Sou a favor da redução do uso de sacolas plásticas, mas outra coisa que me preocupa muito é a distribuição indiscriminadas e fora de controle das sacolas “ecológicas”. Em casa eu devo ter umas 20 sacolas dessas que recebi em eventos corporativos, ações de marketing de grandes empresas, etc.

Essas ações, normalmente são feitas pela área responsabilidade social visando passar a imagem de que a empresa tem uma consciência ecológica, mas estão tornando as sacolas ecológicas numa praga, podendo transforma-las num novo problema ecológico.

A sociedade não precisa mais de ecobags, precisa é da aprovação e fiscalização de leis que visam inibir o uso das sacolas plásticos e a conscientização do uso das sacolas ecológicas que você já tem em casa.

Gestores de marketing, inventem um novo brinde que esse já ta pior que camisa de candidato em época de eleição...

quinta-feira, 7 de julho de 2011

A Dança dos Deuses

O sucesso da democracia nas sociedades industriais trouxe inegáveis benefícios a amplos setores antes excluídos da tomada de decisões; contudo, provocou também a perda de identidades grupais que tinham sido essenciais nos séculos anteriores. A consciência de pertencer a determinada comunidade camponesa, ou família tradicional e poderosa, ou confraria, ou cidade, ficou esmagada pelo conceito de cidadania que homogeneíza todos os indivíduos. Novos recortes surgiram – partido político, condição econômica, seita religiosa etc. – mas tão maleáveis e mutáveis que não substituíram todas as funções sociais e psicológicas do velho sentimento grupal. O futebol inseriu-se exatamente nessa brecha aberta pela industrialização ao destruir os paradigmas anteriores.

O antropólogo inglês Desmond Morris vai mais adiante e propõe que se veja no mundo do futebol um mundo de tribos. Sem dúvida o sentimento tribal é muito forte, acompanha o indivíduo por toda vida e mesmo além dela. É o que mostra no Brasil a prática de alguns serem sepultados em caixão com o símbolo do clube na tampa. [...] A atuação do torcedor no rito do futebol não é em essência muito diferente das atitudes das populações tribais que, por meio de pinturas corporais, cantos e gritos, participam no rito das danças guerreiras.





Não é descabido, portanto, falar em tribo no futebol, porém não parece a melhor opção. Tribo é um grupo étnico com certo caráter territorial, o que não se aplica ao futebol, cujos torcedores são de diferentes origens e estão espalhados por diversos locais. Tribo é sociedade sem Estado, e o futebol moderno desenvolve-se obviamente nos quadros de Estados nacionais. Talvez seja possível falar em clã. Deixando de lado o debate técnico sobre tal conceito, tomemos uma definição mínima: clã é um grupo que acredita descender de um ancestral comum, mais mítico que histórico, contudo vivo na memória coletiva. Ainda que todo clube de futebol tenha memória concreta e mais ou menos documentada, com o tempo ela tende a ganhar ares de lenda, que prevalece no conhecimento do torcedor comum sobre os dados históricos. É nessa lenda, enriquecida por feitos esportivos igualmente transformados em lenda, que todos os membros do clã orgulhosamente se reconhecem. [...] O clã tem base territorial, mas quando precisa mudar de espaço (jogar em outro estádio) não se descaracteriza. Em qualquer lugar, os membros do clã se reconhecem, dizia o grande sociólogo e antropólogo Marcel Mauss, pelo nome, brasão e totem.

(Hilário Franco Júnior. A Dança dos deuses. São Paulo: Cia das Letras, p. 213 – 215)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

O Filtro da OAB

Muitos estão comentando. A mídia está divulgando. Os estudantes estão protestando.
A prova da OAB é inconstitucional? Deveria mesmo existir?
EU não sei! Mas isso sou eu...

Na verdade eu entendo os argumentos das duas partes...

Entendo quem argumenta que um curso reconhecido pelo MEC seria o suficiente para o exercício da profissão e que em nenhum outro curso de bacharelado é necessário obter uma "licença" especial, como é no caso dos recém-formados no curso de advocacia, que precisam receber o aval da Ordem dos Advogados do Brasil para exercerem a profissão.

E também entendo quem acha que esse "filtro" mantém a qualidade do serviço prestado à sociedade. E que faz o trabalho sujo, selecionando os melhores e os colocando no mercado de trabalho. Nesse caso, os medíocres ficam para trás.

Mas todos sabemos que nem tudo funciona assim...
Nem todo curso reconhecido pelo MEC presta. Essa é uma verdade incontestável. Aliás, em qualquer área!
E cá pra nós, passar na prova da OAB não é garantia de nada!
Mas pilantra e mal profissional tem em qualquer lugar...

O que eu não sei é se os estudantes estão reclamando porque preferem ser incompetentes ou se a OAB está brincando de DEUS! Como eu sou Jornalista, nunca vou ter essa experiência. Mas bem que podia ter uma prova dessas para os estudantes de Comunicação Social entrarem no mercado... se bem que nem diploma precisa né!? Que vergonha!

Mas peraí, levanta a mão quem acha que tinha que ter uma prova desse tipo para todos os cursos... principalmente para os estudantes de medicina!

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

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