sábado, 12 de junho de 2010

Um amigo meu...


Algum tempo atrás um amigo meu resolveu levar a namorada para uma noite romântica no motel. Vocês sabem, aquelas comemorações especiais de dia dos namorados!

No dia programado, o Dinho – como vou chamá-lo, para facilitar o entendimento – reservou tudo, levou a menina para jantar e depois se encaminhou para o motel mais caro que ele já tinha ido. Tudo para agradar a namoradinha.

Chegando no motel, notou que o estacionamento não era privativo, mas que cada apartamento tinha uma vaga reservada. Menos mal que ficava bem próximo à porta da suíte. Dinho estacionou e já saiu do carro apertando a namoradinha...

Já no quarto, meu amigo, que mais parecia um cachorro no cio, se preparava para uma noite repleta de emoções enquanto a menina avisou que ia ao banheiro. Mas conforme o tempo passava, Dinho ficava cada vez mais preocupado. Já tinham se passado vinte minutos desde que a loirinha tinha entrado no banheiro e ele começou a imaginar o que podia estar errado. Ao bater na porta do toalete, escutou uns movimentos bruscos, um estampido e depois a descarga. Quando a garota saiu, ele perguntou se havia alguma coisa errada, mas ela afirmou que estava bem.

A noite foi uma maravilha! Inesquecível! A namoradinha de Dinho estava inspirada e o cara conseguiu superar as expectativas. Foram algumas horas bem aproveitadas. Quando os dois já estavam esgotados, ele resolveu pedir a conta e levá-la para casa.

Os dois vestidos, conta paga e chave na mão. Quando Dinho saiu pela porta da suíte e olhou para o pára-brisas do seu carro viu uma mancha estranha. Curioso, chegou perto para ver o que era e já bem próximo, concluiu que era um trolete enorme que bateu no alto do vidro e escorregou até o pára-brisas.

Sem saber o que fazer, olhou para o alto para entender o que tinha acontecido e dali ele viu a janela do banheiro da suíte que eles estavam! Dinho olhou para a coitada da menina, que já tinha sentado no degrau da porta chorando, e perguntou: “como isso aconteceu?”. A infeliz olhou com uma cara de sofrimento e respondeu: “não desceu com a descarga!”

Não preciso nem dizer que o namoro não durou muito tempo!
Menos mal foi que aconteceu com um amigo meu...

quinta-feira, 10 de junho de 2010

"Procura-se Atacante"




Assistindo um programa de esportes ontem na TV, deparei-me com uma discussão interessante relativa à naturalização dos jogadores de futebol. O “debate” na Sportv teve opinião uníssona e que essa questão é apenas reflexo da globalização no mundo. Sinceramente, não sei para que tantos comentaristas, já que todos falam a mesma coisa.

Segundo os especialistas do canal, a FIFA nada poderia fazer além de impor regras para evitar a total barbárie. Uns mencionaram a proibição, para o atleta que já atuou pelas categorias de base, de vestir a camisa de outro país.

Pois bem, outro argumento apresentado era de que o atleta deveria morar no país por um tempo pré-determinado. Também disseram outras coisas como “os brasileiros que atuam por outro país não deixaram de ser brasileiros” (que o diga o zagueirão “nipônico” que quase tirou o Drogba da Copa).

Os especialistas em Direito que me corrijam se estiver errado, mas a nacionalidade, ao menos no Brasil, não é cumulativa. Excetuando-se alguns casos excepcionais, uma vez que você adquire nacionalidade diversa, está automaticamente abdicando da nacionalidade brasileira.

Nesta Copa do Mundo encontramos 76 casos de naturalizações e, dentre esses, oito jogadores nascidos no Brasil que atuam por outras seleções. Este número, que cresce em escala exponencial, vem preocupando a FIFA que já preparou um Congresso nesta quarta-feira para discutir a questão.

Do meu ponto de vista, acredito que os casos devem ser tratados de maneira individualizada. Há um volante brasileiro atuando pela seleção dos Estados Unidos chamado Benny Feilhaber. Ele, apesar de ter nascido no Brasil, foi para os EUA aos 6 anos de idade. Alguém aqui em sã consciência acha que ele deva ser impedido de jogar pela seleção americana?


Muito diferente, porém, é o caso do brasileiro Liédson que, tendo feito toda sua carreira de jogador aqui no Brasil e atuado em grandes clubes como Flamengo e Corinthians, foi para Portugal com quase 30 anos de idade.Uma vez que a posição de atacante em Portugal é bem escassa, Liédson e a Federação Portuguesa de Futebol aproveitaram-se da ausência legislativa para naturalizá-lo. Este oportunismo deve, sem sombra de dúvidas, ser rechaçado pela FIFA.

Qual é o vínculo político (ou jurídico) que Liédson tem com Portugal para vestir a camisa de sua seleção? Eu fico me perguntando: Será que se o Liédson fosse vendedor, carpinteiro ou “peão” teria a mesma facilidade de obter essa naturalização?

Se o Brasileiro é, na grande maioria dos casos rejeitado em outros países e sofre até mesmo acusações baseadas na falácia de que “está roubando o emprego do nacional”, o que acontece no Futebol de hoje é inversamente proporcional ao mundo real, onde este mesmo brasileiro, por saber chutar uma bola, é recebido de braços abertos e considerado verdadeiro herói pelo povo “naturalizador”.

A questão da naturalização não pode ser apresentada como classificados, onde cada seleção observa as carências que tem e abre um jornal atrás de jogadores que supram sua deficiência.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Brasília campeão do NBB

Parabéns ao Brasília, campeão brasileiro de basquete!

No domingo (06/06), dia do quinto jogo da final, nenhum canal aberto transmitiu a partida. Nem a Band, que se considera um canal de esportes, nem a Globo, que transmite jogos da superliga de vôlei, foram capazes de transmitir a final do campeonato NACIONAL de basquete. Isso levando em conta que no jogo estavam pelo menos seis jogadores convocados por Rubén Magnano, para a disputa do MUNDIAL de Basquete. A Globo preferiu transmitir uma corrida da Stockcar, depois de horas e horas de matérias supérfluas sobre a África do Sul. É tanta besteira que dá até enjôo... sempre a mesma coisa! Quando a Copa começar realmente, já está todo mundo de saco cheio e ainda corremos o risco de ter que ouvir o Galvão Bueno falando merda nas transmissões dos jogos do Brasil... concluindo: sobre a falta de respeito pelo basquete nacional, vou parafrasear o âncora mais preconceituoso da TV brasileira: “Isso é uma vergonha!”

Enfim, como poucos devem saber, o Brasília derrotou o Flamengo na final do Novo Basquete Brasil (76 x 74) e sagrou-se campeão brasileiro. A final, como já era de se esperar, foi um jogo truncado e muito disputado. Apesar do bom espetáculo, não entendi porquê alguns jogadores resolveram imitar os jogadores de futebol e invocaram o “basquete teatral”. Qualquer toque do adversário o pateta faz uma cena como se tivesse tomado a porrada mais forte da vida dele! Aí chega num campeonato internacional para jogar contra uma Espanha ou Grécia e toma porrada no placar e na quadra, porque os juízes sabem que basquete é jogo de homem, não de moleque! Então, Senhores Duda e Nézinho, basquete é jogo de contato. Parem com a palhaçada de ficar cavando falta e joguem o que vocês sabem. Só isso já está bom, porque os dois têm grande potencial. Não é à toa que foram convocados para a seleção brasileira. Mas ficar de ceninha é feio... para vocês e para nós, que somos representados por vocês!

E para finalizar, os devidos destaques: Alex, o tempo passa e o cara não perde a vitalidade e a disposição. Parabéns! Não posso deixar de elogiar também o Valtinho e, principalmente, o Guilherme Giovannoni. Este último tem uma mão que só não é mais certeira do que a de Ray Allen, do Boston Celtics... incrível! Ele é até um pouco lento, mas tem uma precisão de dar inveja.

Uma boa surpresa foi o ala-pivô do Flamengo, Guilherme Teichmann, que apesar dos 2,04m de altura, tem uma agilidade privilegiada e se posiciona muito bem... não tinha reparado no jogador até então, mas nos jogos das finais ele se destacou quando a equipe mais precisou! O único que continua com aquele jogo ultrapassado e egoísta é o "velho" Marcelinho Machado. O tempo passa, mas ao invés de sabedoria, parece que o cara fica cada vez mais burro! Acho que ele ainda não entendeu que basquete é um jogo coletivo...

sábado, 5 de junho de 2010

Tem maluco pra tudo!

Uma pesquisa do jornal australiano Sydney Morning Herald relacionou algumas das síndromes mais estranhas que atingem o ser humano. Pode parecer loucura, mas para cada uma dessas doenças existe um batalhão de médicos tentando descobrir a causa, e principalmente a cura.

1. SÍNDROME DO SOTAQUE ESTRANGEIRO
Após sofrer uma pancada ou qualquer outro tipo de lesão no cérebro, as vítimas desse distúrbio passam a falar com sotaque francês... ou italiano... ou espanhol. A língua varia, mas, na maioria dos casos, as vítimas desconhecem o novo idioma. Segundo cientistas, a pronúncia não é efetivamente estrangeira, só dá a impressão disso. Pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, acreditam que o sintoma é causado por um trauma em áreas do cérebro responsáveis pela linguagem, provocando mudanças na entonação, na pronúncia e em outras características da fala. Um caso bem recente da síndrome do sotaque rolou com a britânica Lynda Walker. No mês passado, após um infarto, Lynda acordou falando com sotaque jamaicano.

2. SÍNDROME DE CAPGRAS
Após sofrer uma desilusão com um cônjuge, com os pais ou com qualquer outro parente, a pessoa passa a acreditar que eles foram seqüestrados e substituídos por impostores. O sintoma por vezes se volta contra a própria vítima: ao se olhar no espelho, ela também acredita que está vendo a imagem de um farsante. O problema tende a atingir mais pessoas a partir dos 40 anos e suas causas ainda não são conhecidas. A síndrome foi descoberta pelo psiquiatra francês Jean Marie Joseph Capgras, que a descreveu pela primeira vez em 1923. Em graus mais extremos, a vítima acha até que objetos inanimados, como cadeiras, mesas e livros, foram substituídos por réplicas exatas.

3. SÍNDROME DA MÃO ESTRANHA
"Minha mão agiu por conta própria!" - Essa desculpa usada por alguns cafajestes pode ser verdadeira. A síndrome em questão: Alien Hand Syndrome em inglês, faz com que uma das mãos da vítima pareça ganhar vida própria. O problema atinge principalmente pessoas com lesões no cérebro ou que passaram por cirurgias na região. O duro é que o doente não presta atenção na mão boba, até que ela faça alguma besteira. A mão doida é capaz de ações complexas, como abrir zíperes. Os efeitos da falta de controle sobre a mão podem ser reduzidos dando a ela uma tarefa qualquer, como segurar um objeto.

4. SÍNDROME DE ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Doença que provoca distorções na percepção visual da vítima, fazendo com que alguns objetos próximos pareçam desproporcionalmente minúsculos. O distúrbio foi descrito pela primeira vez em 1955, pelo psiquiatra inglês John Todd, que o batizou em homenagem ao livro de Lewis Carroll. Na obra, a protagonista Alice enxerga coisas desproporcionais, como se estivesse numa "viagem" provocada por LSD. As vítimas da síndrome também vêem distorções no próprio corpo, acreditando que parte dele está mudando de forma ou de tamanho.

5. PICA
Esse nome não tem nada de pornográfico: Pica é uma palavra latina derivada de pêga, um tipo de pombo que come qualquer coisa. A pessoa sente um apetite compulsivo por coisas não comestíveis, como barro, pedras, tocos de cigarros, tinta, cabelo e etc. O problema atinge mais mulheres grávidas e crianças. Após comerem muita porcaria involuntariamente, os glutões ficam com pedras calcificadas no estômago. Em 2004, médicos franceses atenderam um senhor de 62 anos que devorava moedas. Apesar dos esforços ele morreu, com cerca de 600 dólares no estômago.

6. MALDIÇÃO DE ONDINA
O nome bizarro é uma referência a Ondina, ninfa das águas na mitologia pagã européia. A doença, mais estranha ainda, faz com que as vítimas percam o controle da respiração. Se não ficar atento, o sujeito simplesmente esquece de respirar e acaba sufocando. A síndrome foi descoberta há 30 anos e já existem cerca de 400 casos no mundo. Pesquisadores do hospital Enfants Malades, de Paris, acreditam que a doença esteja relacionada com um gene chamado THOX2B. O sistema nervoso central se descuida da respiração durante o sono e o doente precisa dormir com um ventilador no rosto para não ficar sem ar.

7. SÍNDROME DE COTARD
Depressão extrema em que o doente passa a acreditar que já morreu há alguns anos. Ele acha que é um cadáver ambulante e que todos à sua volta também estão mortos. Em casos extremos, o sujeito diz que pode sentir sua carne apodrecendo e vermes passeando pelo corpo. Na fase final, a vítima deixa até de dormir e sua ilusão pode efetivamente se tornar realidade. O nome da doença faz referência ao médico francês Jules Cotard, que a descreveu pela primeira vez em 1880. Apesar de depressivo e certo de que está morto, o doente, contraditoriamente, também pode apresentar idéias megalomaníacas, como a crença na própria imortalidade.

8. SÍNDROME DE RILEY-DAY
As vítimas dessa doença não sentem dores, o que vem a ser um grande problema. Elas ficam muito mais sujeitas a sofrer acidentes porque param de registrar qualquer aviso de dano nos tecidos do corpo, como cortes ou queimaduras. A doença é causada por uma mutação no gene IKBKAP do cromossomo 9 e foi descrita pela primeira vez pelos médicos Milton Riley e Richard Lawrence Day. Sem o aviso de perigo que a dor proporciona às pessoas comuns, a maioria dos doentes com a síndrome de Riley-Day tende a morrer jovem, antes dos 30 anos, por causa de ferimentos.

9. SÍNDROME DA REDUÇÃO GENITAL
Também conhecido como Koro, esse distúrbio mental deixa a pessoa convencida de que seus genitais estão desaparecendo. A maioria dos casos até hoje foi relatada em países da Ásia ou da África, e em muitos deles a síndrome parece ter sido contagiosa. Um dos episódios mais estranhos ocorreu em Cingapura, em 1967, quando o serviço de saúde local registrou centenas de casos de homens que acreditavam que seus pênis estavam sumindo. Um único caso da síndrome da redução genital foi registrado até hoje no Brasil, no Instituto de Psiquiatria da USP. Convencido de que seu pênis estava sumindo, o doente tentou se matar com duas facadas no abdômen!

10. CEGUEIRA EMOCIONAL
A expressão "cego de emoção" existe na prática, e pode acontecer com qualquer pessoa normal. O problema foi descoberto recentemente por pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. Depois de olhar para alguma imagem forte, principalmente com conteúdo pornográfico, a maioria das pessoas perde a vista por um curto espaço de tempo - décimos de segundo na verdade. Até agora, nenhum especialista conseguiu explicar o porquê dessa reação. A descoberta da cegueira emocional deu origem a um movimento no Congresso americano para que sejam banidas toda a publicidade com apelo erótico em grandes rodovias do país.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Gororoba de Maio!

Rapaziada, a “Gororoba do Mês” será uma coluna mensal aqui no “Capim Mexeu” que vai eleger o grude do mês! Tentaremos postar todo dia 1°, para eleger a gororoba do mês anterior. Se vocês tiverem alguma sugestão, enviem para nós: capimmexeu@gmail.com

A Gororoba do mês de Maio é o Adriano!

E não podia deixar de ser. Desde o ano passado que o jogador é notícia. E não necessariamente na imprensa esportiva. Ele andou flertando também com as páginas policiais e foi capa de muita revista de fofoca.

O cara ficou puto com os jornalistas por repercutir as merdas que ele fez durante o ano que ficou aqui. Para protestar, não comemorou os próprios gols. Desde que chegou ao Flamengo, faltou treze treinos. Apesar de ter disputado 48 jogos, deixou de jogar muitos outros... Foi campeão brasileiro e artilheiro do campeonato, mas mesmo assim não foi convocado para a Copa. Foi interrogado por duas vezes, acusado de comprar uma moto para a mãe de um traficante e de envolvimento com o tráfico da favela da Chatuba. Além de todas as festas, dos cigarros e das latinhas de cerveja que foi flagrado consumindo, ainda discutiu com a noiva em um baile funk e, para fechar com chave de ouro, expulsou o companheiro Vágner Love da sua festa de despedida! Tenho pena das filhas dele, o modelo de pai que têm para admirar...

Depois da eliminação na Copa Libertadores, resolveu ir embora. E aí começou a novela. Um dia ele ia, no outro não ia mais. Finalmente a Roma decidiu contratar o cara, com muitas cláusulas de rendimento e comportamento no contrato. E enfim ele se foi...

Mas como não quero desejar mal a ninguém, boa sorte na Itália Adriano, DE NOVO...

Pelo menos agora ele vai ser notícia nos jornais de lá e vai deixar a gente em paz.

Já vai tarde!


OBS: e para não dizer que sou o único que não gosta dessa PESTE, dêem uma olhada aí embaixo!

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