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quinta-feira, 22 de março de 2012

Dicas de Filmes

Estou muito longe de ser um especialista no assunto, rejeito de todas as formas o adjetivo “Cult” e nem pretendo cagar regras sobre uma arte cuja teoria desconheço. Falo aqui hoje apenas como mero espectador, um sujeito sem preconceitos, que assiste do blockbuster mais pipoca até o preto e branco de 1920.

Essa introdução foi para escrever sobre algo que venho percebendo nos últimos anos, que pode ser uma tendência, como também pode ser uma viagem única e exclusiva da minha cabeça. Fato é que atentei que tenho visto bons filmes escandinavos.

Tudo começou há cerca de três anos atrás, quando assisti o dinamarquês “Wilbur quer se matar”, uma estória em que, como o próprio nome diz, um tal de Wilbur tenta a todo momento o suicídio enquanto seu irmão tenta ajudá-lo a sair da depressão.

Depois de algum tempo assisti o igualmente dinamarquês “Em família”, uma estória sobre uma família cuja filha está prestes a se mudar para Nova Iorque para assumir o emprego dos seus sonhos e descobre que seu pai, uma daquelas figuras centralizadoras que todos respeitam, está com uma doença séria e ela precisa decidir se viaja ou não.

E o norueguês “Em casa para o natal”, dirigida por Bent Hamer (o mesmo de “Factotum”) com várias pequenas estórias em torno de vários personagens às vésperas do Natal. O filme mostra um pouco sobre muitos temas, como sexo, traição, tristeza, alegria, divórcio, diversidade religiosa...

Nenhum desses filmes tem grandes explosões ou muita violência, mas são filmes muito bem contados, com roteiros sinceros, verídicos, com humor e drama nas medidas certas.

Isso sem falar no “The Girl with dragon tatoo” (ou “O homem que não amava as mulheres"), que apesar de ter sido refilmado recentemente por Hollywood, tem sua versão original filmada na Suécia (e que data de 2009). Acredito que esse filme não possuí as características citadas anteriormente, mas não é isso que me deixa menos curioso para assisti-lo.

Espero que tenham gostado das dicas e até a próxima!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

7 impressões sobre a festa do Oscar


1. Meryl Streep recebeu sua trigésima indicação e ganhou sua terceira estatueta. Parece que só ela trabalha como atriz em Hollywood.

2. O trailer de "Hugo" mais parece um remake vagabundo de "Esqueceram de mim" misturado com "Oliver Twist"

3. Natalie Portman, que apresentou categoria de Melhor Ator, é MUITO musa!

4. Faltou uma categoria: a de Oscar pra quem conseguir explicar do que o "A Árvore da Vida" trata.

5. Quando "RIO" perdeu na melhor animação é corporativismo. E quando os franceses ganham “Melhor Diretor”, “Melhor Ator” e “Melhor Filme” é o que?

6. Só a corrida de São Silvestre é mais chata que a cerimônia do Oscar.

7. Muitas coisas influem na escolha da academia. Inclusive o filme!



domingo, 6 de novembro de 2011

Histórias de amor que duram a vida inteira

Deixei de sair anteontem porque tinha que acordar cedo no sábado. Sexta é o dia em especial que tenho a sensação de que todo mundo está na rua e o único babaca que está em casa sem fazer nada sou eu.

Não tava com muito sono, então liguei a tevê e comecei a assistir um filme chamado “Jantar para idiotas”, que tem como protagonista aquele sujeito chamado Steve Carell, que é o mesmo que fez “O Virgem de 40 anos”.

Eu já estava sexta em casa, vocês também não esperavam que eu escolhesse um filme Cult pra assistir, né? Dá pra dizer que, pro que se propõe – que é fazer uma comédia bem idiota – o filme cumpre bem seu papel. Tem umas partes que te arrancam risada e tudo mais.

Aí o filme acabou e ainda não sentia sono. Dei aquela uma zappeada e vi outro filme (agora brasileiro) que estava começando, chamado “Histórias de amor duram apenas 90 minutos”. Sempre tento dar aquela moral para as produções nacionais, mas confesso que com o tempo e as experiências negativas, to cansando dessa merda.

A estória é sobre um pseudo-escritor de 30 anos que, em meio a um bloqueio criativo (se é que é possível alguém que nunca escreveu nada ter uma coisa dessas), se apaixona pela melhor amiga de sua mulher quando descobre que elas estão tendo um caso.

Os diálogos não têm a menor graça, as atuações são pífias e, por mais incrível que pareça, um filme nacional foi capaz me fazer broxar com uma das coisas que mais permeiam o imaginário masculino, que é a mera possibilidade da realização de um ménage à trois.

Para não dizer que não teve nada de bom, a atriz argentina Luz Cipriota está uma delícia (e com e sem roupa), e a beleza de Maria Ribeiro – outrora esposa do Capitão Nascimento – também surpreende.

Há uma cena em que uma das meninas bota um “piru de gelo” enorme e come o traseiro do Caio Blat. Se a cena em si não é agradável de ser vista (ou imaginada), pelo menos nos dá a sensação de que durante toda sua carreira ele fez por merecer aquele momento.E o pior é que ele deve ter gostado.

Enfim, esta postagem é só pra compartilhar com vocês que mais uma vez eu perdi duas horas da minha vida assistindo um filme nacional ruim, que me dá vontade de ficar um bom tempo sem assistir essas merdas, como fiz (e estou orgulhosamente fazendo até hoje) com o teatro.

No fundo, Ronald Rios tinha razão quando disse “Parece que a gente ainda não tem a manha de fazer isso”. Se eu bem me lembro, ele referia-se a seriados nacionais, mas esta verdade parece aplicar-se perfeitamente aos filmes também.

Não recomendo mas, se a curiosidade for ainda maior que um bom conselho:

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Meia Noite em Paris

Na sexta-feira fui assistir o último Woody Allen. O longa foi filmado em Paris e muito elogiado pela crítica. A fórmula é a de sempre: roteiro original, bela fotografia e diálogos engraçados.

Além disso, Allen brinca e faz com que o protagonista viaje no tempo até o início do século passado, onde Paris era freqüentada por artistas geniais de diversas áreas. Pablo Picasso, Scott Fitzgerald, Ernest Hemingway, Salvador Dalí, Luis Buñuel , Cole Porter, T.S.Eliot, Gertrude Stein foram algumas das estrelas representadas no filme.

Sem dúvida nenhuma, o filme faz valer o preço do ingresso. Mas as bestas que de hoje, que só sabem falar da potência dos seus carros, do “boom” imobiliário e da baixa das ações no Brasil sentarão à poltrona e não entenderão metade do filme. Neste ponto, me senti vingado por Woody Allen.

Mas não gostei da maneira veloz como vinte personagens históricos (e que isoladamente são dignos de serem “roteirizados” em outros vinte filmes de ficção) apenas passam por “Meia Noite em Paris”. É como nos filmes em que aparecem vários heróis dos quadrinhos, mas acaba não mostrando nenhum decentemente.

Woody perdeu a oportunidade de retratar (ainda que minimamente) para as bestas supramencionadas quem eram ou qual a importância daqueles artistas. Allen podia ter escolhido cinco ou seis personagens daquela época e se aprofundar um pouco mais no universo de cada um deles, desenvolvendo melhor o personagem.

O filme é bom, mas me deixa a impressão de que poderia ter sido muito melhor.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Deus é um grande sacana!

Inspirado na recente história de um amigo, lembrei de uma cena do filme "Advogado do Diabo". Esse filme, na minha humilde opinião, tem uma das melhores cenas do cinema envolvendo a tema religião. Incrível a atuação do Al Pacino e mais incrível ainda a crítica aos mandamentos de Deus.

Mas para vocês não ficarem no escuro, vou contar o porquê lembrei dessa cena. E nada melhor do que narrar na voz do autor!

"Eu estava na piscina nadando, como de costume. Tinha uma salva vidas, um casal e três mulheres tomando sol. De repente uma das mulheres, que estava na minha frente, resolve se levantar para arrumar as coisas e ir embora. Ela levanta arruma as coisas e olha pra mim. Eu olho de volta. Ela pega o vestido que estava em cima da toalha. Olha de novo pra mim. Eu olho de volta. E então o que ela faz? Tira a parte de cima do biquini!!
Olha pra mim mais uma vez, veste o vestido e vai embora numa boa. A salva vidas me olha e começa a rir, porque a cara que eu fiz deve ter sido sensacional!"

O grande detalhe no contexto da história é que o cara está casado. Ou seja, o grande Al vai explicar no trecho do filme abaixo o porquê que Deus faz essas coisas...




A única coisa que o meu amigo tem que lembrar é que o Diabo não está casado. Ele está!
PUTA FALTA DE SACANAGEM!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Cinépolis Lagoon

No último sábado fui levado ao novo cinema da Lagoa, que fica mais ou menos perto do parque dos patins e da academia dos burgueses cujo nome agora me foge. O cinema é confortável, a paisagem é agradável e o preço dos ingressos e do estacionamento é o mesmo praticado nos shoppings da Zona Sul do Rio.

Não me pergunte por que este nome megalômano e esquisito e nem por que os fãs do Restart ainda não postaram milhares de fotos tiradas dos seus iphones com o novo cinema ao fundo, mas o fato foi que eu não encontrei nenhuma foto da “Cidade do Cinema na Lagoa” no Google.

Aproveitando que não encontrei nenhuma foto para ilustrar este post, resolvi desfazer uma grande injustiça. A imagem abaixo não tem nada a ver com a postagem e só serve para provar que os integrantes do Restart não são nem mesmo os precursores nesta moda de calça colorida. O Grupo de pagode "ExaltaSamba" é o real responsável por essa terrível moda, o que prova também que mau gosto não escolhe gênero musical. Aqui está a evidência:






terça-feira, 26 de abril de 2011

Quando a publicidade faz o dever de casa...

Todo mundo gosta de um bom comercial. E quando uma empresa consegue prender a atenção com um comercial de qualidade, aquela determinada obra publicitária vira referência. Esse é da Volkswagen, e particularmente eu acho genial. Principalmente pela referência cinematográfica que faz ao filme "Guerra nas Estrelas".


E olha como as coisas acontecem nesse meio...


Se o primeiro já foi uma sacada de mestre, essa produção da Marvel foi melhor ainda! Simplesmente pela ideia de copiar o primeiro...
Nem tudo precisa ser inventado, pode ser apenas adaptado!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Forrest Gump - O Melhor Filme


Mesmo sabendo que essa critica está bastante atrasada não posso deixar de ressaltar que Forest  Gump – O contador de historia - é o melhor filme já produzido ate então.  É um filme que consegue trabalhar todas as emoções, pois tem um enredo cheio de encontro, desencontros, reencontros e despedidas, cenas memoráveis de humor e um texto extremamente poético.

O Forest (Tom Hanks) constrói sua vida despretensiosamente, apenas vivendo o momento e mesmo sem grandes objetivos de vida, ele se torna um herói, um líder, um milionário e um mito.
Como o filme é muito extenso, são mais de 3 horas, selecionei algumas cenas que são memoráveis.

Ele ensinado Elvis a dançar é hilário:

2-    Quando vai a guerra, faz vários amigos e vira herói de guerra:

3-    Discursa para os hippes contra a guerra no Vietnã e reencontro Jenny, seu grande amor:

4-     Vira pescador em sociedade com capitão Dan e fica milionário:

5-     Despedindo de sua mãe. As frases dela sempre são citadas durante o filme todo. Com certeza a cena mais emotiva do filme.

6-     Após tomar mais um pé na bunda de Jenny, resolve correr e torna-se um líder sem cause, embora todos se inspirem nele. Uma cena clássica do cinema.

7-     Forest cita uma declaração de amor inesquecível para Jenny antes e depois de morta.
http://www.youtube.com/watch?v=peijTiCjCDU

8- Uma grande observação que faço é que durante todo o filme, embora haja inúmeras cenas de grande emoção, nenhum personagem chora o que deixa claro toda a pureza e a aceitação de Forest com a vida que lhe é dada e construída, por acaso.
O reforço dessa mensagem é passada na cena final, e que considero uma síntese poética do filme podendo ser entendida no vôo leve, despretensioso e sem destino de uma pena.  
Infelizmente não achei essa cena no Youtube, assim termino a seqüência de vídeos com o trailler que dá uma passada por toda essa historia sensacional

Forest  Gump é um filmaço que sempre vale a pena ser revisto!

Segue link de outro posto sobre o filme:

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Um Clipe - REM Imitation of Life

Esse clipe ficou com o áudio indisponível durante muito tempo, mas agora o som está liberado.
É sensacional . Pra mim uns dos melhores clipes que já vi.


domingo, 13 de fevereiro de 2011

FILMOW

Ok, pode até ser que eu seja um dos muitos que sofrem da compulsão pela grande rede. Confesso que gasto muito mais tempo na frente do PC do que gostaria e ainda me encanto com as novidades e porcarias que a internet trás.

Não tenho problemas para negar que sou fã do Twitter. Lá sempre encontro links para entrevistas interessantes, matérias curiosas, fotos magníficas e muito senso de humor (cada vez mais me convenço de que não devemos nos levar tão a sério).

Mas o twitter hoje só é novidade para o Microsoft Word, que insiste em sublinhar como erro ortográfico cada vez que escrevo essa palavra. Venho hoje falar sobre outra novidade: o Filmow.

O Filmow é um site no mesmo estilo destes de rede sociais, em que os temas giram em torno (adivinhe?) do cinema. Você pode marcar um filme como visto, ranqueá-lo e ainda ler sobre atores, diretores, sinopses e comentários dos espectadores.

A interface não é das melhores, a navegação não é das mais rápidas e nem o layout do site é dos mais bonitos, mas o cadastro é rápido e ele tem se mostrado (pelo menos para mim) como uma ótima ferramenta de consulta.

Talvez você pense “Para que perder tempo com mais uma rede social”? A única resposta que consigo pensar é: Perder quinze minutos pesquisando sobre um filme neste site pode fazer com que você não perca duas horas da sua vida assistindo um filme ruim.

Confiram:

www.filmow.com

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A Distribuição de filmes no Brasil

O jornal “O Globo” traz uma matéria sobre a mais nova “queridinha” do cinema Hollywoodiano, Natalie Portman. Sempre fui apaixonado por esta excelente atriz que tem um tipo de beleza único, que gosto de chamar de “palpável”. Acredito seriamente que a qualquer momento posso cruzar com Natalie em qualquer esquina ou que qualquer homem é capaz de conquistá-la.


A notícia boa (e ruim) é que Natalie Portman poderá ser vista ao menos quatro vezes nesse ano de 2011 por nós, brasileiros. A primeira aparição se dará em fevereiro, com o filme “Cisne Negro” que conta a estória de uma bailarina obcecada pela perfeição. Depois, com o filme “Sexo sem compromisso” cujo roteiro – a julgar pelo nome do filme - deve ser bem previsível. Em Abril, sai “Thor” sobre o herói (mais gay) dos quadrinhos. E, finalmente, “Your Highness”, uma comédia satirizando as aventuras medievais.

Confesso que não conheço em detalhes como funcionam os bastidores do cinema, mas sei que para que os filmes estrangeiros sejam exibidos no Brasil é preciso que haja uma distribuidora que, dentre outras coisas, avaliará se haverá público interessado em assistir aquela película.

A distribuição dos filmes internacionais que são exibidos no Brasil ainda engatinha enquanto desafia todo aquele papo do surgimento de uma aldeia global – que significa uma menor distância entre as culturas. Ocorre que alguns filmes têm estréia concomitante com a estréia internacional e outros podem demorar até anos para chegar. Isto faz com que nós fiquemos sem poder acompanhar “de perto” nossos diretores e atores.

Além disso, há um problema maior: o desgaste natural da imagem de uma atriz com o público caso ela faça diversos papéis num curto espaço de tempo. Lá fora as pessoas parecem se preocupar com isso (inclusive os próprios atores, que muitas vezes ficam meses sem trabalhar), mas aqui dentro ninguém parece realmente se importar com isso.

Natalie estréia nos EUA com outros dois filmes: “The other woman” e “Hesher”, filmes estes que podem ser trazidos ao Brasil ainda este ano ou não, dependendo da (in)competência tupiniquim.

Trailer do “Your Highness”


quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Adaptação

Uma reclamação muito recorrente - desde os fãs juvenis da série “Crepúsculo” até os ávidos leitores dos grandes clássicos - pode ser resumida pelo famoso bordão: “O livro é bem melhor do que o filme”.

Eu mesmo já me peguei por diversas vezes decepcionado, prometendo nunca mais fazer a besteira de ver a adaptação de um livro para o cinema. Mas será que esta comparação é justa?

Um escritor pode usar diversas páginas para fazer a caracterização dos personagens, montar o cenário perfeito para trama e desenvolver aos mínimos detalhes todo enredo da estória. Tudo é feito por uma pessoa, que toma todas as decisões importantes daquele trabalho específico.

Quando se trata de cinema, há uma espécie de “telefone sem fio”. Começa quando um roteirista vai transformar aquelas centenas de palavras do livro em ações (o chamado roteiro) com no máximo cento e vinte páginas.

Só depois o diretor vai filmar o livro, ou ao menos a adaptação do mesmo. Um diretor tem que contar tudo aquilo em 2 horas. Além disso, ele não consegue fazer tudo isto sem trazer, ao menos um pouco, sua visão pessoal para a obra daquele escritor. Dá pra esperar que o resultado seja o mesmo?

Impossível falar deste assunto sem lembrar-se da adaptação de “Laranja Mecânica” feita pelo diretor Stanley Kubrick para a obra do escritor Anthony Burgess. Um dos motivos da polêmica se deu principalmente pelo fato do diretor ter alterado o final do livro, além de suprimir o último capítulo.

O escritor detestou o filme que chegou a adaptar seu livro em uma peça de teatro onde um personagem com o rosto de Kubrick era espancado. Apesar da polêmica, acho que Kubrick fez um excelente trabalho, talvez sua obra prima.

Considero que o diretor de “Obrigado por fumar” foi extremamente feliz ao adaptar o livro homônimo, mas também penso que um dos fatores determinantes para este grande feito é a superficialidade do livro – o que de modo algum reduz os elogios que fiz anteriormente ao diretor.

Tanto o livro quanto uma película são formas diferentes de arte, de modo que exigir uma coincidência total é negar a característica própria de cada uma delas. Seja como for, segue abaixo alguns exemplos de livros que viraram filmes:

O Iluminado, Crepúsculo, Caçador de Pipas, Apocalipse Now, Coração das Trevas, Senhor dos Anéis, Memórias de uma gueixa, O Grande Gatsby, Código da Vinci, Obrigado por fumar, O Conde de Monte Cristo, Frankenstein, Harry Potter, Troia, Menina de Ouro, Grinch, O Planeta dos Macacos, Os 3 Mosqueteiros, O Retrato de Dorian Gray, De olhos bem fechados, Fora de Rumo, Onde vivem os monstros, A Espera de um milagre, O Homem Bicentenário, O Curioso caso de Benjamin Button, Cheiro do Ralo, Ensaio sobre a cegueira, entre outros...

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Revolução de Cantona

Quem acompanhou futebol internacional no início da década de 90 lembra-se bem de um francês marrento, que jogava no Manchester United e fazia muitos gols e colecionava polemicas, tendo inclusive agredido com uma voadora um torcedor que estava na arquibancada.

Recentemente, ele atuou no EXCELENTE filme “Looking for Eric” (A Procura de Eric). Nele o ex-jogador faz aparições no "papel" dele mesmo, dando conselhos sobre a um humilde carteiro que tem Cantona como ídolo máximo.

Uma das partes mais legais do filme é quando o carteiro está sentado na cama, cheio de problemas para resolver e vira-se para um pôster gigante de Eric e pergunta “O que você faria agora”? Depois, o espectador escuta uma voz respondendo “Eu começaria fazendo a barba”, a câmera abre e Eric Cantona está sentando ao lado do tal carteiro.

Seja como for, este não é o motivo do meu post. O francês agora está envolvido em nova polêmica. Cantona é contrário ao sistema capitalista que rege o planeta e propõe uma curiosa solução: No dia 7 de dezembro, todos devem comparecer ao seu banco e sacar o seu dinheiro, levando o sistema ao colapso. Se é difícil acreditar nessa, veja o vídeo:

Será que Cantona endoidou de vez? Confesso que achei curiosa sua forma de protesto. Também há de se ressaltar a enorme quantidade de bancos que temos visto agora a cada esquina deste país. O que os bancos produzem? O que eles geram para o país? Banco ganha dinheiro com especulação e cobra juros extremamente abusivos, fazendo com que nós paguemos duas ou três vezes o valor do produto, serviço ou empréstimo.

Obs.: Para saber mais sobre o filme, veja o link:

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Filmes Recomendados: Vícios

De tempos em tempos passarei por aqui para indicar filmes sobre uma temática específica. Estas primeiras indicações tem um tema comum: Vícios

Não gosto de ler sinopses. Acho que elas contam mais do que deveríamos saber sobre o filme. Venho aqui indicar alguns filmes, com mais informações no link que segue a descrição e trailer – caso você não resista e queira das uma espiadinha:

Croupiêr – Neste filme, Clive Owen faz o papel de um funcionário de cassino com aspirações a escritor. Outras informações http://tinyurl.com/cft3d


Trainspotting - A vida de quatro viciados em heroína. Filme dirigido pelos mesmos criadores de "Cova Rasa". http://tinyurl.com/4lpb5



Profissão de Risco - Conta a estória do traficante (Johnny Depp) que enriqueceu levando maconha e cocaína para Costa Oeste dos Estados Unidos. http://tinyurl.com/2a4su6t



Requiem para um sonho - Filme aborda diferentes formas de vícios e a maneira com que esses vícios interferem no cotidiano dos seus usuários. http://tinyurl.com/6jrkz



Lance de Sorte – Nick Nolte faz um jogador viciado e, apesar disso, nos dá uma importante lição: "Ganhando ou perdendo na vida, faça tudo com classe" http://tinyurl.com/2dt3h2b


Apesar da temática ser a mesma, todos os filmes acima citados apresentam abordagem bem diferente quanto a questão apontada.

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